Advogados de Gaúcho dizem que brasileiro é tratado com discriminação

Há a suspeita de que Ronaldinho Gaúcho e o irmão façam parte de um possível esquema de falsificação de documentos, que envolveria funcionários públicos e pessoas do setor privado.
Após ter o pedido de transferência para prisão domiciliar negado nesta terça-feira, os advogados de Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Assis, trabalham agora para recorrer à Segunda Instância. O recurso deve ser apresentado já nesta quarta-feira. A defesa do ex-jogador considera a prisão "ilícita, ilegal e abusiva".Ronaldinho e o irmão estão desde sexta-feira em um presídio de segurança máxima em Assunção, capital do Paraguai, após serem detidos por entrar no país com passaportes falsos,a dupla, inclusive, foi levada algemada a um tribunal no sábado,nesta terça-feira, eles chegaram a oferecer como garantia o imóvel que serviria como prisão domiciliar, no valor de US$ 770 mil dólares (cerca de R$ 4 milhões)

Mas o juiz negou a oferta os advogados de defesa também apontaram durante a audiência realizada no Palácio de Justiça que o Ministério Público paraguaio trata Ronaldinho e o irmão com discriminação pelo fato de eles serem estrangeiros. "Tal coisa não existe. O Paraguai é um país legalmente soberano e essa soberania deve ser imposta. Contamos com fatos e argumentos sólidos para apoiar a prisão preventiva. Além disso, existe o perigo de fuga devido à falta de raízes dos réus no Paraguai", disse o promotor Marcelo Pecci.

Há a suspeita de que Ronaldinho Gaúcho e o irmão façam parte de um possível esquema de falsificação de documentos, que envolveria funcionários públicos e pessoas do setor privado. A tese tentará ser derrubada pelos advogados do ex-jogador, que alegam que ele não sabia que o passaporte havia sido adulterado."Trata-se de uma investigação com fatos que comprometem a segurança documental, uma vez que foram apresentados cartões de identidade e passaportes falsificados. O fato é transcendente e está em um estágio incipiente", afirmou Pecci,os defensores de Ronaldinho e o irmão também buscarão mostrar que não há risco de fuga. A prisão preventiva determina que os réus precisavam permanecer detidos durante a investigação, que pode durar até seis meses, de acordo com as leis paraguaias.

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Fontes:Estadão Conteúdo

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