Prefeito de Porto Alegre pede apoio de Forças para julgamento de Lula

No pedido, o tucano Nelson Marchezan Júnior diz considerar "a menção à desobediência civil e luta propugnadas nas redes sociais por alguns políticos"
O prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior (PSDB), solicitou apoio do Exército e da Força Nacional para atuarem no dia do julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Tribunal Federal Regional da 4ª Região (TRF-4), na capital gaúcha, previsto para 24 de janeiro. A direção do PT prepara um ato de recepção ao petista para a data.

Lula foi condenado, em primeira instância, a 9 anos e 6 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, no caso do triplex do Guarujá (SP). Se a condenação for confirmada, Lula pode ser impedido de disputar a eleição presidencial. O presidente irá ao julgamento no dia 24,"Devido às manifestações de líderes políticos que convocam uma invasão em Porto Alegre, tomei essa medida para proteger o cidadão e o patrimônio público", disse o tucano.

No pedido, o tucano diz considerar ameaças "de ocupação de espaços públicos municipais pelos diversos movimentos sociais que manifestaram-se publicamente nesse sentido" e também "a menção à desobediência civil e luta propugnadas nas redes sociais por alguns políticos, inclusive senadores da República".

Lula foi condenado, em primeira instância, a 9 anos e 6 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, no caso do triplex do Guarujá (SP). Se a condenação for confirmada, Lula pode ser impedido de disputar a eleição presidencial. O presidente irá ao julgamento no dia 24,"Devido às manifestações de líderes políticos que convocam uma invasão em Porto Alegre, tomei essa medida para proteger o cidadão e o patrimônio público", disse o tucano.

No pedido, o tucano diz considerar ameaças "de ocupação de espaços públicos municipais pelos diversos movimentos sociais que manifestaram-se publicamente nesse sentido" e também "a menção à desobediência civil e luta propugnadas nas redes sociais por alguns políticos, inclusive senadores da República".

Fontes:Notícias ao Minuto

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